domingo, 3 de abril de 2022

 

Espírito, Amor, pão e estudo

Paiva Netto

 

Sem o sentido de Fraternidade Ecumênica, acabaríamos com o planeta, mantendo nossos cérebros brilhantes, mas os corações opacos. A almejada reforma da sociedade não virá em sua plenitude se o Espírito Eterno da cidadã (ou do cidadão) não for levado em alta conta. O mundo precisa de progresso — sim e sempre — que lhe dê pão e estudo; todavia, necessita igualmente do indispensável alimento do Amor e, por conseguinte, do respeito.

A Solidariedade, a Generosidade, a Compaixão e a Fraternidade são justamente combustíveis que motivam a ação diligente de todos os atores sociais idealistas da comunidade internacional.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

 

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ServiçoTesouros da Alma (Paiva Netto), 304 páginas. À venda nas principais livrarias ou pela www.amazon.com.br.

 

sábado, 2 de abril de 2022

 

Educação com Espiritualidade Ecumênica

Paiva Netto

 

A ausência de Solidariedade, de Fraternidade, de Generosidade tem suscitado grande defasagem entre progresso material e amadurecimento espiritual e moral. Daí o nosso fraterno alertamento: é hora de aplacar as paixões. Se, apenas como argumento, o Brasil não progredir, os maiores perdedores serão os brasileiros. Além do mais, é sempre hora de superar ressentimentos. Entretanto, não haverá Paz enquanto persistirem cruéis discriminações e desníveis sociais criminosos, provocados pela ganância, que, por meio de eficiente Educação com Espiritualidade Ecumênica, devemos combater. Se não optarmos por caminhos semelhantes, estaremos sentenciados à realidade denunciada pelo Gandhi (1869-1948): “A menos que as grandes nações abandonem seu desejo de exploração e o espírito de violência, do qual a guerra é a expressão natural e a bomba atômica, a consequência inevitável, não há esperança de paz no mundo”.

 

A solução está em Deus

Sempre um bom termo pode surgir quando os indivíduos nele lealmente se empenham. E isso tem feito com que a civilização, pelo menos o que andamos vendo por aí como tal, milagrosamente sobreviva aos seus piores tempos de loucura. A sabedoria do Talmud dá o seu recado prático: “A Paz é para o mundo o que o fermento é para a massa”.

Exato!

Há quem prefira referir-se ao espírito religioso exaltando desvios patológicos ocorridos no transcorrer dos milênios. (De modo algum incluo nestes comentários os historiadores e analistas de bom senso.) Creio que essa conduta beligerante, que manchou de sangue a História, urge ser distanciada de nossos corações, por força de atos justos, porquanto maiores são as razões que nos devem confraternizar do que as que servem para acirrar rancores. O ódio é arma voltada contra o peito de quem odeia. Muito oportuna, então, esta advertência do pastor Martin Luther King Jr. (1929-1968), que não negou a própria vida aos ideais que defendeu: “Aprendemos a voar como os pássaros e a nadar como os peixes, mas não a arte de conviver como irmãos”.

De fato, o milagre que Deus espera dos seres espirituais e humanos é que aprendam a amar-se, para que não ensandeçam de vez, como na pesquisa para o uso bélico da antimatéria.

O melhor altar para a veneração do Criador são Suas criaturas. Torna-se urgente que a humanidade tenha Humanidade.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

 

sexta-feira, 1 de abril de 2022

 

Divino Medicamento nas horas de tormenta

 

Paiva Netto

 

O coração alegre é como o bom remédio.

(Provérbios, 17:22)

 

Caridade, criação de Deus, é o sentimento que mantém o ser vivo nas horas de tormenta de sua existência. Ela nos convida a olhar mais alto e além, de maneira que divisemos a Luz que desce das Paragens Celestiais em nosso auxílio a exortar: “Sê forte e corajoso; não temas nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (Livro de Josué, 1:9).

Em todas as fases da vida, mormente na hora da dor, em vez de lamentações, não nos esqueçamos da Caridade e a pratiquemos com devoção e alegria. Trata-se de um Divino Medicamento para a Alma, de forma a nos libertar, pela ação efetiva em benefício do nosso semelhante, dos grilhões do sofrimento.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

 

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