terça-feira, 17 de dezembro de 2019


Paz: obra pessoal de Jesus
Paiva Netto

Escreveu Alziro Zarur (1914-1979), na 20a Chave Bíblica da Volta Triunfal do Chefe Supremo do planeta, Jesus“Nenhum homem, nenhum grupo forte, nenhum povo, nenhuma nação superpotência, comunista ou capitalista, poderá estabelecer a Paz na Terra. Isto é obra pessoal e intransferível de Jesus. Somente o Cristo tem poder — no Céu e na Terra — para realizar essa maravilha”.
Razão por que, há dois milênios, o próprio Jesus nos tranquilizou com Sua promessa: “Minha Paz vos deixo, minha Paz vos dou. Eu não vos dou a paz do mundo. Eu vos dou a Paz de Deus, que o mundo não vos pode dar. Não se turbe o vosso coração nem se arreceie. Porque Eu estarei convosco, todos os dias, até o fim do mundo!” (Evangelho, segundo João, 14:27; e Mateus, 28:20).
Jesus, o Sublime Benfeitor da humanidade, é a reforma necessária para épocas melhores. Por isso, quanto mais próximos estivermos Dele, mais longe ficaremos dos problemas.
Quem confia em Jesus não perde o seu tempo, porque Ele é o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho!

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
                                                    paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019


Outras reflexões acerca de Deus
Paiva Netto

O ser humano, que é limitado, tenta enquadrar a imensidão de Deus em suas próprias fronteiras. Todavia, o Pai-Mãe Universal, Criador do Cosmos, não é a criatura. Não O confundamos, já dissemos, com o deus antropomórfico, criado à nossa imagem e semelhança. Aliás, esse é o grande obstáculo à compreensão do Deus Divino, cantado em versos pelo saudoso poeta Alziro Zarur (1914-1979), cujas principais estrofes — as mesmas que se acham transcritas numa das paredes do Salão Nobre do Templo da Boa Vontade, em Brasília/DF, Brasil — trazemos a seguir:

Poema do Deus Divino
O Deus que é a Perfeição, e que ora eu tento
Cantar em versos de sinceridade,
Eu nunca O vi, como em nenhum momento
Vi eu o vento ou a eletricidade.

Mas esse Deus, que é o meu eterno alento,
Deus de Amor, de Justiça e de Bondade,
Eu, que O não vejo, eu O sinto de verdade,
Como à eletricidade, como ao vento.

E O sinto na ânsia purificadora,
Na manifestação renovadora
Do Belo, da Pureza, da Afeição.

Com Ele falo em preces inefáveis,
Envolto em vibrações inenarráveis,
Que me trazem clarões da Perfeição.

Pois creio é nesse Deus imarcescível
Que ampara a Humanidade imperfeitíssima:
Deus de uma Perfeição inacessível
À humana indagação falibilíssima.

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Bondade – que os pecados não consomem –
Do Espírito Divino aos filhos seus:
Deus sempre desce até Seu filho, o homem,
Quando o homem sobe até seu Pai, que é Deus!

Pois creio é nesse Deus imarcescível
Que ampara a Humanidade imperfeitíssima:
Deus de uma Perfeição inacessível
À humana indagação falibilíssima.

Ele é algo infinitamente superior, acima do nosso contemporâneo entendimento acerca de Sua Grandeza.
Deus é maior que as restrições que queiramos Lhe impor.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

sábado, 14 de dezembro de 2019


Mecanismo das Concessões Celestes

Paiva Netto

Cumpramos bem a nossa missão prometida a Jesus antes de reencarnar e teremos sempre a proteção Dele, por pior que seja a difícil contingência momentânea. O mal, às vezes, pode — como dizer? — assustar. Contudo, eterno só o Bem, que é Deus. Conforme aprendemos neste axioma:

— Deus ajuda a quem se ajuda.

No entanto, como o Pai Celestial a todos ampara, por uma extensão da Sabedoria Divina, que ainda ignoramos em toda a sua amplitude, mais adequado seria exclamar:

— Deus ajuda a quem MELHOR se ajuda!

Claro que não de forma egoísta. O egocêntrico pode valer-se dessa conceituação e aplicá-la aos seus interesses mais mesquinhos, indispondo-se, assim, contra o Mecanismo das Concessões Celestes. A Lei de Deus não se deixa engambelar e fatalmente concede “a cada um de acordo com as suas próprias obras”, como nos ensina Jesus (Evangelho, consoante Mateus, 16:27).

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
                                                     paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com