sexta-feira, 9 de abril de 2021

 

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

 

Não temos outra morada física senão a Terra

 

Paiva Netto

 

Andamos alegremente esquecidos de que somos criaturas dependentes da Mãe Natureza; portanto, devemos cuidar muito bem dela. Quanto às Profecias Bíblicas, a exemplo do Sermão Profético de Jesus (Evangelho, segundo Mateus, capítulo 24) e do Apocalipse, não são para apavorar. Pelo contrário, servem de aviso milenário. Assustador é o que faz o ser humano. As predições são alertamentos de Deus a respeito deste fato: se prosseguirmos como vamos indo, usando mal o nosso livre-arbítrio, as consequências serão tais, tais e tais. As admoestações dos Profetas, pois, não são para atemorizar ou mesmo “visões” de quaisquer doidivanas. Na verdade, debiloide é a ação de gente considerada prática, e que de prática não tem nada, mas, sim, de gananciosa e suicida, porquanto não temos outra morada a não ser este sofrido planeta, cuja paciência vai-se flagrantemente esgotando. Razão por que Jesus, o Profeta Divino, no Seu Evangelho, consoante Mateus, 24:21, diz, ao se referir à Grande Tribulação, que esta será como nunca vista, desde a fundação do mundo, nem jamais se repetirá. Tal fato de tamanha envergadura não se deu na Terra ainda. Pelo menos no período em que nós, seres humanos, passamos a habitar sobre a sua face. E aqui a transcrição do versículo 22: “Se Deus não abreviasse aqueles dias, nem os escolhidos seriam salvos”. Mas haverá sobreviventes, sim, pois o Cristo, o Supremo Governante do planeta Terra, não assinou o plano de destruição deste orbe pelos homens enlouquecidos. E mais: Quem Nele confia não perde o seu tempo, porque Jesus é o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

 

quinta-feira, 8 de abril de 2021

 

SAÚDE

Medicamentos para o Espírito e o intelecto

Paiva Netto

 

Fazer prece (que se assemelha a meditar) estabelece um entrelaçamento entre a Terra e o Céu, uma interação de Paz, de Fraternidade, de Solidariedade, de sentimento de Compaixão uns pelos outros na hora da dor e da alegria, a despeito de crença ou descrença. Não se ora somente quando nos ajoelhamos de corpo ou Espírito diante do Poder Superior. Mas, sobretudo, quando nos amamos uns aos outros tanto quanto Jesus nos tem amado, quanto Moisés amou, quanto o Profeta Muhammad amou, quanto Buda amou, quanto Lao-tsé amou, quanto Confúcio amou, quanto Zaratustra amou; e também quanto incontáveis missionários de Deus, que trouxeram à Terra uma mensagem de Paz, de Misericórdia, de Conhecimento, de Fraternidade. E o mundo precisa tanto disso para sobreviver! Eis por que é vital que haja forte atenção à disciplina além do intelecto (só a razão humana não basta), conforme propõem a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico. Elas representam o encontro com Deus, o Criador Supremo, por meio de Suas criaturas, Cidadãs do Espírito. Do contrário, nada adianta, pois acabaremos por nos estorricar, encarnando a profecia de Pedro Apóstolo, em sua Segunda Epístola, 3:8 a 13. Ao responder a alguns escarnecedores que julgavam demorado o retorno do Divino Mestre Jesus, que prometera voltar ao Terceiro Dia, o príncipe dos Apóstolos lança esta advertência: “Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia, para o Senhor, é como mil anos, e mil anos, como o dia que já passou. O Senhor não retarda a Sua promessa, ainda que alguns a tenham por tardia; pelo contrário, Ele é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. Virá, entretanto, o Dia do Senhor como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas. Visto que todas essas coisas serão assim desfeitas, vivei em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda desse Dia do Senhor, por causa do qual os céus, incendiados, se desfarão, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos Novos Céus e Nova Terra, nos quais habitará a Justiça de Deus”.

Amém! Eis aí! A humanidade é teimosa e sempre sobrevive aos seus mais enlouquecidos tempos e comandantes.

Quanto ao fato de ter eu afirmado que fazer prece assemelha-se a meditar, significa dizer que um Irmão ateu, quando medita ou pratica um ato que beneficia a coletividade, está orando. Por isso, ninguém está excluído desse celeste benefício.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com

 

quarta-feira, 7 de abril de 2021

 

Educação

Futuras gerações esclarecidas

Paiva Netto

 

Nas vindouras gerações esclarecidas repousa a Esperança de um mundo melhor! Por isso, costumo afirmar que o jovem é o futuro no presente. Confiemos nele!

Não foi sem razão que o célebre filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.) declarou: “Todos quantos têm meditado na arte de governar o gênero humano acabam por se convencer de que a sorte dos impérios depende da educação da mocidade”.

Eis aí! Por isso, fiz colocar essa máxima do famoso estagirita, grafada em letras douradas, em um grande totem, ao lado do frontispício do Instituto de Educação da LBV, na capital paulista. A escola faz parte do Conjunto Educacional Boa Vontade, formado também pela Supercreche Jesus.

Educação de qualidade, Solidariedade e Espiritualidade Ecumênica são indispensáveis à formação do ser integral. Tais valores refletem a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, que compõem a linha educacional que criamos e que é aplicada com sucesso na rede de ensino da LBV e nos serviços e programas socioeducacionais da Instituição.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com