Estejamos atentos aos sinais da
Volta de Jesus
Paiva Netto
Em
momentos tão graves como estes que presenciamos no mundo, torna-se
imprescindível o ofício do pregador ou da pregadora no convite eloquente a cada
ouvinte, telespectador e internauta para que estejam atentos aos sinais da
Volta Triunfal do Cristo. Não podemos andar distraídos da nossa
responsabilidade para com o Supremo Condutor deste orbe.
É
indispensável que todos entendam o que está sendo dito aqui, pois se trata dos
encargos de um apostolado que exige atenção e forte sentido de dever,
principalmente porque vivemos um instante crucial na História, anunciado desde
os mais antigos Profetas, em especial no Apocalipse de Jesus, que Zarur
denominava
— o mais importante livro da Bíblia
Sagrada na atualidade planetária.
A Sexta Trombeta
(Apocalipse
de Jesus, 9:13 a 16 e 20 a 21)
13 O sexto Anjo tocou a trombeta, e ouvi uma
voz procedente dos quatro ângulos do altar de ouro que se encontra na presença
de Deus,
14 a qual dizia ao sexto Anjo, o mesmo que tem
a trombeta: Solta os quatro Anjos que se encontram atados junto ao grande Rio Eufrates.
15 Foram, então, libertados os quatro Anjos
que se achavam prontos para a hora, o dia, o mês e o ano, para que matassem a
terça parte dos homens.
16 O número dos exércitos da cavalaria era de
vinte mil vezes dez milhares; eu ouvi o seu número: duzentos milhões.
(...)
20 Os outros homens, aqueles que não foram
mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, pois
não deixaram de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de
pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar;
21 nem ainda se arrependeram dos seus
assassínios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus
furtos.
E,
como os outros homens que não foram mortos não se arrependeram de suas más
obras (20 e 21), Deus — para que esses não destruíssem de vez a Terra — teve de
mandar o sexto Anjo do Sexto Flagelo:
O Sexto Flagelo
(Apocalipse
de Jesus, 16:12 a 16)
12 Derramou o sexto Anjo a sua taça sobre o grande Rio Eufrates, cujas águas
secaram para que se preparasse o caminho
dos reis que vêm do lado do nascimento do sol, o Oriente.
13 Então, vi sair da boca do dragão, da boca
da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;
14 porque estes são espíritos de demônios,
operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro, com o fim de
ajuntá-los para a peleja do grande dia do Deus Todo-Poderoso.
15 (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado
aquele que vigia e guarda as suas vestes, para não andar nu, e não se veja a
sua vergonha.)
16
E os ajuntou num lugar que em hebraico se
chama Armagedom.
Vocês
que acompanham a nossa pregação do Apocalipse de Jesus para os Simples de
Coração com certeza sabem por onde passa o grande Rio Eufrates*1,
—
cujas águas secaram para que se
preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol, o Oriente.
Apesar
de todos os avisos que a nós descem do Mundo Espiritual, o ser humano provoca o
Armagedom*2, de que tanta gente fala, sem, às vezes, entender do que
se trata, tamanha a alienação gerada pelo “lobo invisível”, isto é, por um ou
mais espíritos obsessores.
Apanhados de surpresa
Atentem
ao fato de que, nessas ocasiões, a maioria é apanhada de surpresa*3.
Temos, pois, de alertar a todos civilizadamente, mas com a pujança necessária.
Foi Jesus quem afirmou que o grande dia de Sua Volta Triunfal será quando menos se esperar, porque as
multidões andam dispersas pelas convocações da existência humana e/ou mundana,
que, mais tarde, se revelarão dolorosíssimas aos que desertam Dele e de Sua
Doutrina:
—
Porquanto, assim como nos dias anteriores
ao dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam,
senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do
Filho de Deus.
Jesus (Mateus, 24:38 e 39)
José de Paiva
Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
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